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Criolipólise de Placas ou de Sucção?

Lançamento do Criodermis gerou dúvidas entre profissionais de Estética sobre como escolher a melhor opção para seus pacientes

Nova lipoaspiração no mercado da Estética, a criolipólise chegou para revolucionar o tratamento no combate à gordura localizada. Método não invasivo, sem anestesia, sem corte ou pós-cirúrgico, a técnica usa o resfriamento controlado para destruir células adiposas (de gordura), ao mesmo tempo que preserva outros tecidos.

Temos à disposição diferentes equipamentos que oferecem o tratamento da Criolipólise, mas como saber qual método usar e qual aparelho será o ideal para cada paciente?

A fisioterapeuta do ISP Saúde, Veridiane Camargo, esclarece sobre o assunto.

Criolipólise por Placas

“A Criolipólise de Placas permite utilizar o aparelho em todas as regiões com acúmulo de gordura localizada, inclusive, em áreas com pouca prega, como braços, flancos e costas. Além de poder ser utilizada no abdômen e pernas. O tempo de procedimento diminui com a Criolipólise de Placa, não é necessário adicionar água, diferente das crios de grande “porte”, destaca a fisioterapeuta Veridiane Camargo.

Como exemplo de Criolipólise de Placas, temos o Criodermis, equipamento da Medical San, que atinge -5ºC, é leve e portátil, não ocupa espaço e pode ser utilizado para atendimentos Home Care.

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Criolipólise de Sucção

Na Criolipólise de Sucção é necessário que a gordura tenha prega cutânea, ou seja, a gordura deve ser pinçável, no mínimo 2 cm. “Se o paciente apresenta flacidez, este não é o procedimento mais adequado. Estar muito acima do peso, pessoas que fizeram lipoescultura etc, nestes casos as placas são a melhor escolha”, observa a fisioterapeuta. A crio de sucção tem seu espaço garantido, pois somente as células de gordura são projetadas para dentro do copo e os efeitos adversos ocorrem por falta de conhecimento no procedimento.

Outro ponto relevante é a temperatura, sabe-se que a cristalização dos lipídios (da gordura), o”gelo lipídico” intracelular é formado em torno de 10°C (em comparação com água a 0°C). Lipídios dentro dos adipócitos sofrem alterações físicas (cristalização) com temperaturas de 10ºC, ou seja, para manter essa temperatura intra adipocitária, são necessários -5 a -10 graus extra-corpórea, citado pelo fisioterapeuta, especialista em Dermatofuncional, Fabio Borges. Diante disso todos os aparelhos estão dentro da faixa de temperatura ideal.

Boas opções de Criolipólise com sucção são os aparelhos Polarys e Beauty Shape

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Os resultados das duas formas de aplicadores são o mesmo?

Segundo os estudos, há redução de 25 a 44% de gordura localizada, os efeitos são os mesmos, fisiologicamente, das duas formas.

Então, qual seria a melhor opção?

De acordo com a fisioterapeuta Veridiane, a Criolipólise de Placas possui menos efeitos adversos como a formação de possíveis bolhas ou equimoses, esses efeitos são minimizados pois o acompanhamento pode ser feito a qualquer tempo levantando a placa para ver a pele. A Criolipólise de sucção consegue congelar somente a pele que vai dentro do copo (aplicador) não há risco de provocar apoptose (morte celular) nos músculos, por exemplo.

A Criolipólise de Placas não elimina a Crio tradicional de sucção. A eficácia e a utilização de um ou outro aparelho, em determinada etapa do tratamento, vai depender da necessidade do paciente e da avaliação do profissional de saúde”, finaliza.

Texto de apoio – Borges, Fabio d S. Scorza, Flavia A. Fundamentos de criolipólise

Postado em: Estética, Fisioterapia, Geral, Saúde e Bem Estar
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