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Como detectar e prevenir o câncer de mama?

O ISP Saúde apoia o Outubro Rosa e traz informações importantes para você se prevenir e viver mais saudável

Outubro Rosa chegou e com ele o foco na prevenção, no diagnóstico e no combate ao câncer de mama. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), depois do câncer de pele não melanoma, o câncer de mama é o tipo que mais acomete as mulheres e deve atingir no Brasil 59 mil novos casos este ano.

Detecção Precoce

É fundamental que as mulheres fiquem atentas a qualquer alteração suspeita na mama. É muito importante fazer o autoexame da mama para conferir se existe algum nódulo nessa região do corpo.

Deitada ou no chuveiro

– Coloque a sua mão direita atrás da cabeça e depois deslize os dedos médio, indicador e anelar da mão esquerda com suavidade em movimentos circulares na mama direita.

– Repita o procedimento usando a mão direita para conferir a mama esquerda.

Na frente do espelho

– Confira suas mamas com os braços abaixados ao longo do seu corpo.

– Depois disso, levante seus braços e coloque as mãos na cabeça. Verifique se acontece alguma alteração no bico ou no contorno das mamas.

– Repita o procedimento e coloque as mãos na cintura apertando-a. Veja se tem qualquer tipo de mudança na região.

– Por fim, esprema o mamilo de forma suave e confira se sai algum tipo de secreção.

Prevenção

– Alimentação saudável.

– Prática de atividades físicas.

– Realização de exames preventivos, como a mamografia (a partir dos 40 anos).

– Evitar o estresse.

Fatores de Risco

– Histórico familiar de câncer de mama.

– Obesidade e estilo de vida sedentário.

– Idade: Mulheres mais velhas, sobretudo a partir dos 50 anos, são mais propensas a desenvolver a doença.

– Bebida alcoólica.

– Fatores endócrinos ou relativos à história reprodutiva – Referem-se ao estímulo do hormônio estrogênio produzido pelo próprio organismo ou consumido por meio do uso continuado de substâncias com esse hormônio.

Sintomas

– Caroço na mama, vermelhidão, pele endurecida, áreas estufadas e feridas.

– Coceiras, saída de líquido do bico do peito (sem apertar) de cor vermelha ou transparente como a água ou local endurecido.

– Alteração na coloração ou forma da aréola.

– Inchaço e nódulos frequentes nas ínguas das axilas.

– Alterações do tamanho ou forma da mama.

Tratamento

– Cirurgia.

– Quimioterapia

– Radioterapia.

– Terapias hormonais.

– Terapias-alvo molecular


Postado em: Geral, Saúde e Bem Estar
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